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06/10/2017 - Presidenta do IACe visita associação produtora de cachaça

Em busca de parcerias que contribuam com o fortalecimento da cana de açúcar no Ceará, a presidenta do Instituto Agropolos do Ceará (IACe), Ana Teresa de Carvalho, visitou, terça-feira, 03 de outubro, a Associação dos Produtores de Cachaça de Alambique do Estado do Ceará (APCAC) que possui 22 famílias associadas e é situada na área rural de Viçosa. Também estiveram presentes a diretora técnica Sonia Braga e os coordenadores Airton Cruz, Francisco Neto, Alexandre Maia e Esaú Matos.

Durante a jornada, que foi conduzida pelo presidente da associação Jorge Maurício Mapurunga, a equipe visitou o distrito de Lambedouro, no município de Viçosa, para conhecer a produção de cachaça que existe há, aproximadamente, 40 anos na região. De acordo com Jorge, os agricultores se organizam para produzir e vender a cachaça e, além disso, fazer cursos de capacitação que melhorem a qualidade do produto.

O produtor ainda destaca as maiores dificuldades enfrentadas pela APCAC. “O que nós precisamos, nesse momento, é conseguir recursos para comprar equipamentos como caldeira e alambique. Atualmente, cada associado tem uma marca e produz cachaça na sua localidade. Precisamos fazer a Fábrica funcionar para unir as famílias e melhorar a qualidade das produções. Para isso, esperamos estabelecer parceria para conseguir recursos que viabilizem aquisição de equipamentos e o Agropolos seria um importante parceiro porque desenvolve um trabalho sério e de confiança”, explicou.

Depois disso, foi à vez de conhecer a produção de cachaça no distrito de Delgado, também em Viçosa, administrada pela família do Francisco de Souza Cardoso de 32 anos e associado à APCAC. O núcleo familiar é composto por oito pessoas cuja renda é oriunda da produção de cachaça, desde 1992, e da comercialização de frutas e verduras. Eles contam com a estrutura de três alambiques produzindo entre 180 e 150 litros de cachaça por dia, comercializando por R$ 15,00 o litro. De acordo com o associado, a aquisição de equipamentos poderia melhor a qualidade da bebida produzida.

“Atualmente, nós precisamos de equipamentos que possibilitem o envelhecimento da cachaça, de caldeira e do engenho. Certamente, a parceria com o Instituto Agropolos iria contribuir com o desenvolvimento das nossas produções”, destacou Francisco.

Para a presidenta do IACe, muito poderia ser feito pela associação com uma assistência técnica de qualidade. “O que a gente tem aqui é um potencial que precisa ser desenvolvido. Essas famílias, com o suporte adequado, possuem capacidade e experiência para expandir os negócios. Por isso, vamos analisar a situação para tentar viabilizar uma assistência técnica que possibilite a captação de recursos destinados a aquisição dos equipamentos necessários”, concluiu.  

ASCOM Instituto Agrpolos do Ceará.

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